Startups: a linha de frente da inovação

Pesadelo. Doença mental. Aposta. Quebra. É o que você vai ouvir do empreendedor de startup. Em 2020, 90% das startups quebraram. E, 75% daquelas que receberam investimento também quebraram. É algo quase insano defender que alguém deva começar uma startup. Parece indecoroso justificar para alguém sacrificar seu tempo para resolver problemas de outras pessoas. Chega próximo da imoralidade apoiar alguém cujo pensamento é disruptivo e inovador.

Quem pensa que o dinheiro é o grande motivador está enganado. Manter-se em condições empresariais insalubres e humilhantes é para poucos. E de fato, muitos desistem nas primeiras ofertas de emprego. Sucumbem à pressão familiar. Fogem do ambiente tóxico em busca de qualidade de vida. Afinal de contas, quem é que suporta ouvir não e ser chamado de louco o tempo todo? Só os verdadeiros empreendedores da linha de frente da inovação.

Startups criam novos mercados onde antes havia incerteza. Movem-se rápido em zona de risco. Aceleram à discussão de normas legais e culturais obsoletas. Alimentam a voracidade de fundos de investimento. Servem de tratamento precoce para grande corporações sobreviverem pandemia de transformação digital. Temos muito o que agradecer às startups.

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